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Ouricuri ganha mais uma loja de Móveis e Eletros

A loja Pedro móveis e eletros, abriu suas portas no sábado para seus clientes, amigos e a comunidade em geral, com móveis do simples ao requintado, para melhor servir a nossa população que tem um gosto.

Dê uma passadinha agora mesmo sem compromisso.

Pedro Móveis e Eletros, conforto e qualidade em um só lugar.

Localizada, na pracinha do bairro Santo Antônio.

Presença de farmacêuticos em farmácias pode ser flexibilizada

Imagem do áudioA presença obrigatória de um farmacêutico durante todo o horário de funcionamento de farmácias foi exigida pela Lei 13.021 de 2014, sancionada em agosto. Agora, uma Medida Provisória torna a regra menos rígida. O objetivo é dispensar farmácias caracterizadas como micro ou pequenas empresas da obrigatoriedade. Ela ficariam sujeitas à Lei 5.991 de 1973, que permite que o responsável pelo local seja um prático de farmácia, oficial de farmácia ou outro, desde que esteja inscrito no Conselho Regional da profissão. A senadora Vanessa Grazziotin, do PCdoB do Amazonas, foi relatora do projeto que deu origem à Lei recentemente aprovada, e acredita que o texto já contemple o que diz a MP.
 

“Eu a considero desnecessária, porque ela repete o que diz a Lei 5.991. Eles acharam que na nova Lei que nós aprovamos, não fica claro que em localidades remotas você pode ter farmácias sem farmacêuticos. Então é apenas pra explicitar esse fato que já era o nosso entendimento.”
 

Vanessa Grazziotin também se diz favorável à flexibilização, sobretudo em relação a locais distantes onde o número de profissionais habilitados é escasso.
 

 “Você tem às vezes comunidades que não são nem municípios, comunidades de mil habitantes, ou até menos, e você tem lá um posto ou uma unidade que vende medicamento. E ali não tem um farmacêutico que possa ficar todo tempo, então isso ainda no Brasil é necessário”.
 

A Medida Provisória vai ser analisada por uma comissão mista. Depois disso, deve ser votada pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. 

Marcella Cunha.

Ferraço propõe maior rigor para combater o uso do celular ao volante

Imagem do áudioUsar celular ao volante pode ser tão perigoso quanto o uso de álcool, aumentando o risco de acidentes em até 400 por cento. Segundo dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, oitenta por cento dos motoristas utilizam o celular quando dirigem. Para tentar conter os acidentes no trânsito ocasionados pelo uso do celular, o senador Ricardo Ferraço, do PMDB do Espírito Santo, propõe o endurecimento das punições para os motoristas que usam o aparelho ao volante. A matéria altera o Código de Transito Brasileiro para classificar como infração gravíssima punível com pena de detenção de seis meses a um ano o ato de dirigir usando celular. Para o senador, o uso do celular se tornou um dos principais motivos de acidentes de transito. De acordo com Ferraço, além de mais rigor na lei, é necessário mudar o comportamento da sociedade no trânsito.
 

Ao lado do consumo da bebida alcoólica, ao lado da falta de prudência, o telefone celular já é considerado uma das principais causas dos acidentes no transito brasileiro. Em razão disso é que a gente está tornando esse tipo de atitude, uma atitude gravíssima. Evidentemente endurecendo as regras, mas nunca deixando de lado, muito pelo contrario, intensificando a importância da educação e da conscientização cidadã.

(Repórter) Para Ferraço, as leis são brandas para quem usa o aparelho ao volante, e destaca que o motorista sabe do risco que traz para si e para as outras pessoas quando usa o celular enquanto dirige.
 

Portanto, isso não pode ser considerado uma ação sem que a pessoa tenha que fazer a revisão e a reflexão de que ao fazer isso ela está se submetendo a esse tipo de rigor. Eu acho que nos precisamos adotar medidas que torne o transito brasileiro mais pacifico, mais civilizatório.
 

A matéria está em análise na Comissão de Constituição e Justiça e tem como relator o senador Flexa Ribeiro, do PSDB do Pará.
 
Cinthia Bispo.

Já está em vigor lei que pune quem discriminar pessoas com HIV/Aids

Imagem do áudioA nova lei prevê uma multa e pena de um a quatro anos de prisão para quem discriminar pessoas que vivem com HIV e doentes com AIDS. O texto considera como crime recusar, cancelar ou impedir a matrícula de alunos portadores do HIV em creches, escolas e universidades públicas e privadas, segregar os soropositivos na escola ou no trabalho, divulgar a condição de portador de HIV ou de doente de AIDS com o objetivo de ofender a dignidade e recusar ou retardar o atendimento nos hospitais. O relator da proposta no Senado, Aloysio Nunes Ferreira, do PSDB de São Paulo, decidiu também punir quem negar emprego ou demitir funcionário em razão da doença. Ele justificou que a Organização Internacional do Trabalho recomenda que não deve haver discriminação ou estigmatização dos doentes de AIDS e argumentou que os portadores de HIV têm condições de trabalhar em qualquer área
 

A demissão ou exoneração de profissionais que são portadores de HIV devem ser baseadas nos mesmos critérios utilizados por todos trabalhadores. Atualmente, os portadores de HIV têm plenas condições de exercer suas atividades laborais em qualquer campo de trabalho e viver com qualidade e responsabilidade socia. 

Segundo o Ministério da Saúde, existem cerca de 700 mil brasileiros infectados com o vírus HIV ou com AIDS no Brasil.
 
George Cardim.

57% dos brasileiros apoiam legalização do uso medicinal da maconha

Imagem do áudioO Datasenado ouviu mil cento e seis pessoas nas capitais e em 119 municípios em todas as regiões do Brasil. 57 por cento das pessoas entrevistadas disseram apoiar a legalização da maconha para uso medicinal. Thiago Cortês, assessor técnico da Secretaria de Transparência do Senado, afirmo que o resultado foi surpreendente porque a expectativa inicial era de que a população seria contrária. Ele lembrou que em 2012 foi feita uma pesquisa sobre a reforma do código penal que continha uma pergunta semelhante
 

Na época 89 por cento eram contra a legalização das drogas para consumo próprio. O que mudou de lá para cá é que a população não tinha sido confrontada com a possibilidade de uso medicinal.Quando fizemos essa pergunta com essa possibilidade, a gente constatou que a população é favorável sim à legalização da maconha para fins medicinais.
 

Thiago Cortez destaca, entretanto, que a maioria é contrária ao uso recreativo da maconha.
 

Desse percentual de 57 por cento, nove por cento são favoráveis à legalização para qualquer tipo de uso e 48% são favoráveis apenas para uso medicinal.
 

Uma proposta que prevê a legalização da maconha para fins medicinais, industriais e recreativos está em discussão na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa. A proposta chegou à Comissão como sugestão da sociedade, contendo 20 mil assinaturas. O resultado da pesquisa acrescenta dados para discussão e elaboração do relatório sobre a proposta, a ser preparado pelo relator, senador Cristovam Buarque, do PDT do Distrito Federal. A pesquisa completa está disponível para o público na Internet, no endereço: www.senado.leg.br/datasenado

Nara Ferreira.

Missa em memória a Eduardo Campos é celebrada em Casa Forte no Recife

Acompanhada por uma multidão de espectadores, a missa de sétimo dia da morte do ex-governador Eduardo Campos começou pontualmente às 20h na Igreja Matriz de Casa Forte, na Zona Norte do Recife. Dentro da igreja, familiares, amigos, autoridades e líderes locais do PSB, legenda que Eduardo defendeu por toda a vida. Do lado de fora, centenas de admiradores do homenageado e curiosos se acomodam na estrutura de toldos, telões e cadeiras montada para que todos possam assistir a celebração religiosa.
 

Os filho João Campos foi responsável pela primeira leitura da missa celebrada pelo arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido. "Não estamos celebrando a morte, mas sim a vida do meu pai e de todos que se foram na queda do avião", lembra o jovem, sereno.
 

As ruas ao redor da Praça de Casa Forte foram interditadas pela Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU). O público que acompanha do lado de fora já toma conta da Praça de Casa Forte. Mesmo com a igreja lotada, muitas pessoas ainda tentam adentrá-la para assistir de perto a celebração que já teve preces feitas por Maria Eduarda Campos, filha mais velha de Eduardo, e homília do Padre Edwaldo Gomes, pároco do bairro, sobre a importância da conscientização política.
 

Foi na Paróquia de Casa Forte que Eduardo e sua família organizaram, em duas ocasiões, uma missa de Ação de Graças em agradecimento às duas eleições ao Governo de Pernambuco vencidas por ele.

Operários da transposição do São Francisco no Ceará morrem em acidente

Dois funcionários da transposição das águas do Rio São Francisco morreram em um acidente nesta segunda-feira (18) em Mauriti, no interior do Ceará. De acordo com testemunhas, os dois homens voltavam de uma festa e trafegavam na CE-384 quando o carro capotou e saiu da estrada.
 
Os nomes das vítimas não foram divulgados pela polícia.

Os policiais que estiverem presentes no local dizem que ainda não se sabe o que causou o acidente. A suspeita é de que eles haviam ingerido bebida alcoólica antes de dirigir. Segundo testemunhas, em depoimento aos policiais, o carro estava em alta velocidade no momento do acidente.
Os corpos foram levados ao Instituto Médico Legal (IML) de Juazeiro do Norte, na região do Cariri cearense.

Fonte: G1 CE

Suzane von Richthofen recusa semiaberto e diz que quer ficar na prisão

Suzane von Richthofen recusa semiaberto e diz que quer ficar na prisão 
"AE"
SÃO PAULO - Beneficiada pela progressão de regime ao semiaberto, Suzane von Richthofen não quer mais deixar a Penitenciária Feminina 1 de Tremembé (SP), onde cumpre pena de 39 anos e seis meses, em regime fechado, pelo assassinato dos pais, em 31 de outubro de 2002. 

Em carta enviada à direção do presídio, Suzane diz que pretende esperar a instalação de uma ala de semiaberto para que possa cumprir o novo regime no mesmo presídio, cujas obras só devem ser concluídas em seis meses. 

Mas em contrapartida, Suzane poderia continuar trabalhando, ter direito à remição de pena (redução da pena de um dia para cada dois trabalhados) e receber os salários das atividades que desenvolve dentro da penitenciária.

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), Suzane enviou nesta segunda-feira, 18, carta à direção do presídio pedindo para permanecer na unidade. "Suzane declarou que gostaria de permanecer na Penitenciária Feminina 1 de Tremembé, aguardando o término da ala de regime semiaberto que está sendo construída na penitenciária", diz nota da SAP. 

"A presa observa também que pretende continuar o trabalho na Funap, pois necessita da remição e do salário das atividades", completa a nota.

A carta foi enviada para a Vara de Execuções Penais de Taubaté, que ainda não analisou seu conteúdo e não tem prazo para se manifestar.

O pedido de Suzane ocorre uma semana após a juíza da Vara de Execuções Penais de Taubaté, Sueli Zeraik de Oliveira Armani, conceder a progressão de regime, atendendo pedido da defesa, que tentava desde 2009 a transferência para regime semiaberto.

Na segunda-feira, 18, o Ministério Público recorreu da concessão do benefício, alegando que Suzane não foi aprovada nos exames de personalidade e por isso não poderia ser colocada em novo regime, sob risco de tentar uma fuga.

Apesar de ter recebido o benefício, Suzane ainda esperava vaga no sistema para ser transferida de Tremembé. Segundo a SAP, se Suzane tiver seu pedido aprovado, terá de ficar em regime fechado por mais seis meses pelo menos. 

De acordo com a SAP, as obras da nova unidade de semiaberto da P1 Feminina de Tremembé tiveram início em 8 de agosto, vão beneficiar 78 detentas e tem prazo de conclusão para fevereiro de 2015.

A reportagem não conseguiu localizar o advogado de defesa, Denivaldo Barni, para comentar o assunto. Representantes do Ministério Público disseram que iriam se informar sobre o pedido nos autos para depois se manifestarem, possivelmente nesta quarta-feira, 20.

Vem ai : 3ª Copa de Futsal do Comercio de Ouricuri e Região





Aconteceu na sexta(15), na Escola Estadual São Vicente de Paulo, o congresso técnico com os presidentes de equipes ou seus representantes legais, participantes da 3ª Copa de Futsal do Comercio de Ouricuri e Região.

O certame mais uma vez vai ser realizado na escola EREM Fernando Bezerra sempre aos finais de semanas a partir do dia 30-08-14, com as partidas começando às 18hrs.

Este ano teremos um total de 30 equipes participantes, 20 no masculino e dez no feminino.

Primeiros jogos:

Dia 30 Chave "A" às 18:00hrs Mercado Brasil X Madeireira Central Masc.
            Chave "B" às  19:00hrs Maurício Publicidades X Jc Papelaria Masc.
            Chave"A"  às  20:00hrs Euglan Atacadão X Vieira Construções de Stª Cruz Fem.
            Chave "C" às  21:00hrs Distribuidora Lima X Suporte Informática Masc.

Dia 31 Chave "D" às 18:00hrs Jair Sandálias X Vieira Construções de Stª Cruz Masc.
           Chave "A" às 19:00hrs Vita Formula X Metalúrgica Renascer Masc.
           Chave "B" às 20:00hrs Sonho dos Pés de Santa Cruz  X Ray Lanches Fem.
           Chave "B" às 21:00hrs Aspectho Calçados X Confrança Masc.

 Escolha uma equipe e vá torcer com sua família.

Realização: A.R.P.A (Associação dos Radialistas Profissionais e Amadores do Araripe)

Apoio Prefeitura Municipal de Ouricuri e Rádio Cultura FM

FLAPS PODEM EXPLICAR QUEDA DE AVIÃO DE CAMPOS, DIZEM PERITOS

Fonte: Reprodução/twitter.Nos Trends Brasil
Por Tânia Monteiro
Brasília (AE) – As primeiras análises dos restos das peças do Cessna Citation que caiu na quarta-feira, 13, matando o ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência pelo PSB Eduardo Campos e mais seis pessoas apontaram que os flaps do avião estavam recolhidos. O dado sobre o flap é considerado fundamental para a avaliação das causas do acidente. Quando um piloto vai aterrissar, é preciso “baixar os flaps”, que são como extensões das asas e ajudam na sustentação e frenagem do avião no solo.
Mas no manual de instrução do jato há uma restrição segundo a qual os flaps não podem ser recolhidos se o avião estiver em velocidade acima de 200 nós, ou seja, acima de 370 km/h.
Assim, se o piloto acelera com os flaps abertos, baixados, depois de uma eventual arremetida com a potência do motor no máximo e acima desse patamar, a recomendação é para que se reduza a velocidade, baixando a altitude, recolha os flaps e aí retome o voo normalmente. A constatação dos peritos não é ainda conclusiva e terá de ser mais detalhada na análise das peças pelos técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Baque
Segundo a instrução do Cessna, se os flaps forem recolhidos com o avião a mais de 370 km/h, ocorre um “put down” (baque) violento, movimento que puxa o avião para baixo, tirando a estabilidade da aeronave a ponto de desorientar o piloto.
Fonte: Reprodução/pemais
Fonte: Reprodução/pemais
Portanto, para os investigadores, se os flaps estão recolhidos é porque há duas opções imediatas: o procedimento pode ter sido realizado no tempo certo, com velocidade certa, ou o flap foi recolhido após a arremetida, em alta velocidade.
Como o Cessna se acidentou e explodiu ao se chocar com o solo, a análise dos peritos se volta agora para a possibilidade de um eventual “put down”, tendo sido motivado por suposto recolhimento do flap acima de 370 km/h, contribuindo, desta forma, para o acidente.
O problema é que, em momentos de decisão e tensão, as operações não são todas feitas seguindo as recomendações. E para dificultar as investigações, na definição das diferentes velocidades adotadas pelo avião quando se aproximava da Base Aérea, o Cessna não tinha, como equipamento de série, um gravador de dados, com informações sobre altitude do avião no momento de suas operações cruciais, como pouso e decolagem e comandos efetuados pelo piloto. Também não foram gravadas as conversas mantidas pelos piloto e copiloto na cabine.
Os investigadores ainda consideram um problema o fato de não existir torre de controle em Santos, que centraliza e armazena vários dados do voo, mas apenas uma estação de rádio controlada por um operador.
Segundo o operador da Base Aérea de Santos, que já foi ouvido informalmente pela comissão de investigação, o piloto da aeronave estava absolutamente tranquilo quando lhe informou que estava arremetendo, assim como quando respondeu que ia esperar o tempo melhorar para tentar nova aterrissagem. Mas há especulações de que ele pudesse estar em uma altitude baixa, que não deu sustentação ao avião, na hora de arremeter. Tudo isso, agravado pelo mau tempo na região.
Segundo informações da Força Aérea, se o avião possuísse um gravador de dados do voo seria possível apontar exatamente a velocidade e altura do avião na hora da arremetida. Mas os militares envolvidos ressaltam que há técnicas na investigação do acidente que permitem que se chegue a uma precisão considerável de importantes dados no momento do impacto, mas não da arremetida.
Segundo os técnicos, até agora, o único choque registrado do avião foi contra o solo, deixando uma cratera de quatro metros. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.