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Celular e escola: conexão polêmica

1Eles estão nos pátios das escolas e nas salas de aula durante o intervalo. Crianças olhando para baixo e com o rosto iluminado indicam a presença constante dos aparelhos celulares nas escolas. O uso de smartphones cada vez maior por crianças e adolescentes também desperta a atenção de pais e professores para a assunto. Com a difusão da ferramenta tecnológica, surge o dilema: celulares devem ser usados por crianças no ambiente escolar?
Em fevereiro, a Unesco lançou uma cartilha que incentiva o uso do celular na escola. Entre as vantagens de usar o aparelho em sala de aula, a Unesco destaca que a tecnologia otimiza o tempo na sala de aula, permite que se aprenda em qualquer hora e lugar e facilita o aprendizado personalizado.
A pedagoga Márcia Siqueira, coordenadora de ensino fundamental do Colégio Motivo, considera esses pontos válidos, mas ressalta que elas valem para estudantes com idade mais avançada. “No ensino médio, por exemplo, é interessante fazer uso de aplicativos para celulares que chamem a atenção do adolescente, envolvendo-o em atividades pegagógicas. A utilização dos aparelhos em escola, porém, não é recomendado de nenhuma forma para crianças do ensino fundamental”, analisa.
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Maioria dos deputados federais apoia o fim da reeleição

1Pesquisa realizada pelo Departamento de Ciência Política da UFMG constatou que 51,2% dos atuais deputados federais defendem o fim da reeleição para prefeito, governador e presidente da República.
Esta tese já é defendida oficialmente pelo PSB e pelo PSDB, dois partidos que não integram a base de apoio à presidente Dilma Rousseff. Ambos defendem mandato de cinco anos sem direito à reeleição.
A pesquisa constatou também que a manutenção do voto obrigatório tem o apoio de 65% dos deputados federais e que a tese das eleições coincidentes (todas no mesmo ano) é apoiada por 80,8% dos parlamentares.
Já a polêmica cláusula de desempenho tem o apoio de 65,8% dos deputados federais, apesar de estarem representados na Câmara 28 partidos políticos. Se essa cláusula de barreira passar, esse número cairá para menos de 10. Continue lendo Maioria dos deputados federais apoia o fim da reeleição

Remédios devem ficar mais caros a partir desta terça-feira

1O brasileiro deve gastar mais para comprar remédios a partir deste terça-feira (31). Isto por que o Ministério da Saúde, se cumprir o anúncio de dias atrás, divulgará o reajuste para os medicamentos, que deve recair sobre cerca de 9 mil itens. A expectativa é de que o percentual de aumento fique em torno de 7%, embora a Câmara de Regulação de Medicamentos (Cmed) assegure que será menor que inflação. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos últimos 12 meses, no entanto, está beirando justamente este percentual.
Em 2014, o reajuste foi de até 5,68%. Na época, representantes farmacêuticos reclamaram que, na prática, o aumento médio foi de 3,52%. O possível reajuste, porém, não deve atingir o bolso do consumidor de forma imediata. Isto ocorre por que os fabricantes e distribuidoras dos medicamentos demoram alguns dias para enviar os catálogos com os valores atualizados. Com isso, o ideal é que o consumidor pesquise bem antes de decidir o local das compras. Continue lendo Remédios devem ficar mais caros a partir desta terça-feira

PM é preso por explodir caixa eletrônico

SÃO PAULO - O soldado da Polícia Militar Ricardo Reginaldo Pereira, de 35 anos, foi preso na madrugada do último sábado, 28, acusado de explodir um caixa eletrônico, em um posto de gasolina em Ilha Comprida, na Baixada Santista. Além do PM, outros cinco suspeitos que formavam a quadrilha junto com Pereira foram presos em flagrante. 
Segundo a polícia, o bando estava com R$ 53.128 em dinheiro, três fuzis, duas pistolas calibre .380 e 9 mm, munições para as armas, quatro coletes à prova de balas, quatro toucas-ninja, uma mira laser, um rádio para ouvir a frequência da Polícia Militar e 15 celulares. 
Por volta das 4h, a quadrilha explodiu uma caixa eletrônico de um posto de combustível. Após a ação, as Polícias Civil e Militar montaram uma operação com cerca de 100 homens e um helicóptero Águia da PM. Com as informações de testemunhas, os policiais encontraram um dos carros utilizados pelo bando, que fugiu por um matagal às margens da Rodovia Prefeito Casemiro Teixeira. 
Houve uma troca de tiros, uma viatura da PM foi atingida e um PM foi atingido por estilhaços no rosto. No meio da mata, o soldado da PM foi preso. O policial estava desarmado e portava algumas notas chamuscadas pela explosão do caixa eletrônico. 
Na sequência, outros dois criminosos foram detidos: um vendedor de 22 anos e um pizzaiolo de 30 anos. A dupla estava com todo as armas, coletes, toucas, celulares e o dinheiro. 
Levados para a Delegacia de Iguape, os assaltantes disseram que estavam uma casa na cidade de Ilha Comprida, também na Baixada Santista. Na residência, os policiais detiveram dois mecânicos, de 27 e 20 anos, e o operador de máquinas, de 32. A polícia ainda apreendeu duas bananas de dinamite, estopin, um sistema de acionar explosivos e ferramentas. Os bandidos também mantinham uma Hyundai Tucson preta, roubada e com placadas adulteradas.

Rapaz mata a namorada e entrega a cabeça da vítima na delegacia

Rapaz mata a namorada e entrega a cabeça da vítima na delegacia.
SÃO PAULO - Após estrangular e matar a namorada de 16 anos, que estava grávida de 7 meses, na quinta-feira, o ajudante-geral José Ramos dos Santos, de 23 anos, se entregou à Polícia Civil na noite de sábado, por volta das 19 horas. A surpresa dos plantonistas do 1º DP (Sé) foi quando Santos abriu a mochila que carregava e mostrou a cabeça da vítima, que também havia sido decapitada.
Aos policiais, o ajudante contou ter matado a adolescente Shirley Souza após ela confessar que o havia traído. "Ela confessou que havia saído com um amigo nosso na véspera do Natal e no Ano Novo", relatou Santos no boletim de ocorrência feito no 8º DP (Brás). O ajudante não mostrou arrependimento em seu depoimento. "Ela merecia morrer sim. Mas depois percebi que a família dela não merecia isso", relatou o assassino confesso. 
Santos atravessou 30 quilômetros da cidade com a cabeça da vítima em sua mochila. Ele saiu da Pedreira, no extremo sul, e tomou duas linhas de ônibus, por quase 30 quilômetros, até achegar à delegacia da Rua da Glória, na Liberdade, região central. 
Antes de mostrar a cabeça aos policiais, Santos contou como havia matado a namorada dois dias antes. Ele havia se encontrado com ela na casa do irmão, na Rua Thomas Linley, no Jardim Itapura, uma favela na região da Pedreira. Os dois estavam tentando reatar, após sucessivas brigas. Acabaram tendo relações sexuais, segundo Santos.
Mas, durante a madrugada, em uma crise de ciúmes, Santos começou a questionar Shirley sobre eventuais traições. "E ela confessou ter saído com o Eduardo. Era um amigo nosso", contou o assassino à polícia. Em seguida disse pra ela "ficar tranquila" que nada aconteceria. Mas, enquanto ela estava no box do banheiro tomando banho, o ajudante entrou e começou a estrangulá-la.
A adolescente desmaiou e, como estava gelada, Santos contou ter achado que ela havia morrido. Em seguida foi à cozinha, pegou "uma faca Tramontina branca" e começou a cortar seu pescoço até arrancar a sua cabeça, que foi guardada em um saco plástico. O resto do corpo foi embrulhado em um edredom, com os pés e mãos amarrados, e guardado dentro de um armário onde também ficava um botijão de gás RESERVA da casa.
Na sexta-feira, quase 24 horas após o crime, o irmão de Santos começou a reclamar do mau cheiro na casa. O ajudante então jogou o corpo da vítima na Rua Manoel Rodrigues Mexelhão (conhecida como viela Tico-Tico), na madrugada de sábado. 
No sábado, quando acordou, por volta das 11 horas, o ajudante já percebeu que vizinhos haviam encontrado o corpo. Ele, então, resolveu se entregar. Colocou a cabeça da vítima em sua mochila e foi até o 1º DP. Como não havia um delegado plantonista para cuidar do caso, o ajudante foi levado até o 8º DP.
"Antes de mostrar a cabeça ele mostrou fotos que havia feito do corpo dela no celular. Depois ele abriu a mochila e mostrou a cabeça. Foi um susto muito grande. Todo mundo ficou indignado com o jeito frio que ele relatou o crime. Falou que ela merecia mesmo isso", contou ao Estado um investigador. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Detento é solto após enviar ordem falsa por e-mail para equipe da prisão

Um detento que estava na prisão por múltiplas acusações de fraude aparentemente voltou a usar seus velhos truques. Neil Moore, 28, obteve um celular ilícito, fingiu ser funcionário do tribunal e enviou um e-mail com instruções falsas de fiança para a equipe da prisão - e foi solto.
Segundo a BBC, Moore estava detido na prisão de Wandsworth, Reino Unido, por fingir ser funcionário dos bancos Barclays, Lloyds e Santander, convencendo organizações a lhe darem quase US$ 3 milhões.
Em sua artimanha mais recente, que um juiz de primeira instância descreve como "engenhosa", Moore configurou um domínio web falso muito parecido com o endereço oficial do tribunal. Ele registrou o site falso em nome de um investigador; o endereço e detalhes de contato eram dos Tribunais Reais de Justiça.
Moore usou o domínio para enviar e-mails à prisão com instruções para a sua soltura. O engano foi descoberto três dias depois, quando procuradores foram entrevistar o detento, apenas para descobrir que ele não estava mais lá.
E onde está Moore? Bem, parece que ele se sentiu culpado, porque se entregou apenas três dias depois de descobrirem sua ausência. Ele será sentenciado em 20 de abril por oito crimes de fraude e uma acusação de fuga.
Foto por Michael Coghlan/Flickr

'Ainda não beijei na boca, pois os homens querem pegar carona no meu sucesso', conta Angélica, do 'BBB 15'

RIO - Angélica tem sentido o gosto do sucesso e está com medo de se envolver com pessoas erradas. Pelo menos é o que garante a ex-sister que disse ainda não ter tido tempo para beijar na boca:

- Estou com mil compromissos e focada neste pós "BBB". Sei que os homens querem pegar carona no meu sucesso e eu não quero servir de escada para ninguém. Agora está difícil diferenciar quem quer a Angélica mesmo ou quem quer a ex-BBB Angélica. Por isso, ainda não beijei na boca e nem penso nisso. É um momento só meu e eu quero aproveitar - disse.


A ex-sister contou que foi em uma festa e um homem tentou abusar dela, só porque ela é ex-participante do reality:

- Estava no camarote, mas fui descer para dançar na pista, pois gosto mesmo deste contato com o píblico. Um cara chegou perto e tentou colocar a mão em mim. Fiquei uma fera e tirei a mão dele. Não gosto que as pessoas me toquem desta forma - revelou.
Angélica pretende trabalhar como atriz e juntar dinheiro para comprar um carro e um apartamento para a mãe.

- Agora vou trabalhar com eventos para juntar dinheiro e pagar o curso de teatro. Também quero comprar um carro para minha mãe e um apartamento para morarmos - disse.

PEC da maioridade penal será discutida hoje

Proposta polêmica reduz a idade, de 18 para 16 anos, para jovem responder por crimes
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados volta a analisar nesta segunda-feira (30) a proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. 
A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 171/93 tem gerado discussões acirradas entre os membros da comissão. Na última terça-feira (24) a sessão que discutia o texto foi interrompida após um intenso bate-boca envolvendo parlamentares e manifestantes contrários e a favoráveis à PEC.  
O presidente da CCJ, deputado Artur Lira(AL)  destaca que a obstrução da pauta por parlamentares contrários à PEC atrapalha o funcionamento da comissão, que tem a função de apreciar a constitucionalidade dos projetos apresentados na Casa. (Portal R7)
— A gente não pode, por uma questão de não concordar com tema, ficar procrastinando e atrapalhando todo o andamento da comissão.
O parecer apresentado pelo relator, deputado Luiz Couto (PT-PB), é contrário à admissibilidade da PEC. Não cabe mais pedido de vista e, com isso, a proposta será levada à votação.

Mercadante leva a Levy insatisfação de Dilma

De O Estado de S.Paulo - Ricardo Della Coletta e Fábio Brandt
Coube ao chefe da Casa Civil telefonar ao ministro da Fazenda para falar da irritação da presidente com frase divulgada no sábado
A presidente Dilma Rousseff escalou o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, para transmitir sua profunda insatisfação com declarações do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de que ela nem sempre age da forma mais eficaz. Dilma, segundo interlocutores, ficou irritada e indignada ao tomar conhecimento da fala de Levy, feita na terça-feira passada em um encontro em São Paulo, e divulgada no sábado.
Mercadante telefonou ao ministro da Fazenda ainda no sábado, após tomar conhecimento da fala de Levy, feita numa palestra para ex-alunos e professores da Universidade de Chicago. “Acho que há um desejo genuíno da presidente de acertar as coisas, às vezes, não da maneira mais fácil... Não da maneira mais efetiva, mas há um desejo genuíno”, disse ele, em inglês.
A avaliação no Planalto e no Congresso é que esse tipo de discurso vindo do principal ministro da área econômica e responsável por sanear as contas públicas do País dificulta as negociações em torno do ajuste fiscal.

Empresas: 40% das doações a PT, PMDB e PSDB

1O conjunto das empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato foi responsável, em média, pela doação de 40% dos recursos privados canalizados para os cofres dos três principais partidos do País – PT, PMDB e PSDB – entre 2007 e 2013. No período, as legendas, somadas, receberam pelo menos R$ 557 milhões de 21 empresas envolvidas no escândalo.
Em valores absolutos, o PT foi o principal beneficiado pelos repasses oficiais do cartel acusado de superfaturar obras na Petrobrás. Mas o cerco ao grupo também ameaça as finanças do maior partido de oposição: 42% das doações privadas recebidas pelo PSDB vieram das empresas investigadas.
No período de sete anos analisado pelo Estadão Dados, o PT recebeu R$ 321,9 milhões das empreiteiras investigadas, em valores atualizados pela inflação e o  PSDB recebeu R$ 137,9 milhões.Continue lendo Empresas: 40% das doações a PT, PMDB e PSDB